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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Pentágono obtém luz verde para a guerra na Internet

Os parlamentares norte-americanos autorizaram oficialmente seu exército a dedicarem-se à chamada "ações militares cinéticas", nada mais do que um eufemismo triste para não dizer literalmente "guerra". Como sempre nestes casos, o anúncio não veio com alarde, mas discretamente, em um pequeno parágrafo que integra o orçamento militar até 2012. Pode ser mais insidiosa, mas não mais clara.

O orçamento militar, aprovado com a classificação da lei, declara o seguinte: "Congresso afirma que o departamento de defesa tem potencial e, sob a orientação específica, pode realizar operações ofensivas no ciberespaço para defender nossa nação, parceiros e outros interesses, de acordo com os princípios e sistemas legais que o Departamento define para o potencial cinético, inclusive dentro de conflitos armados e diante da resolução depoderes de guerra".

Propositadamente obscuro, o texto acima reconhece como "capacidades cinéticas" e "princípios e sistemas legais", se alguém não se recorda, a intervenção do exército norte-americano na Líbia, na guerra que iniciou a derrocada de Kadafi, e que não foi uma "guerra", mas uma "ação cinética militar".
E por que chamar de ação cinética e não de guerra? Porque para o presidente dos Estados Unidos declarar uma guerra ele tem que pedir permisssão ao Congresso e ser por esse autorizado. Isso não ocorreu no que se refere à Líbia.

Mas com a autorização nas entrelinhas do documento acima, o presidente dos Estados Unidos e seu comandante-chefe de Exército agora têm caminho livre para declarar, também, a guerra na internet quando tiverem vontade, sem a necessidade de seguir os princípios e sistemas legais" que exigem permissão do Congresso.

Também há outros termos obscuros, como, por exemplo, o que eles consideram uma "ação ofensiva"? Embora não especificado, a Estratégia do Pentágono para a Segurança na Internet, outro bonito eufemismo, já se ocupou de definir o teor dessa tal ofensiva há meses.

Vale explicar que as "ações ofensivas" podem incluir o lançamento de vírus de todo tipo, a destruição de serviços e a possibilidade de invadir os sistemas de controle de energia em outros países, desabilitando suas redes elétricas e gerando apagões completos.

Frisamos o fato de que as ações "podem incluir" porque não há precedentes em relação a uma guerra cibernética, e essas ações podem receber como respostas verdadeiros ataques bélicos, tendo-se em vista tudo o que foi apontado como ofensivas neste texto.

Essa ameaça bélica é patrocinada pela ciber-paranoia, que profetiza toda sorte de ciber-apocalipse e outras ciber-engodos para promover o medo.

Não há registro de nenhum ataque de invasores que tenha colocado em real perigo, nem sequer em risco, as "infraestruturas altamente dependentes da internet".

Fonte:

Ladrão De Terra (Letra e Vídeo)

Tinha eu quatorze anos quando deixei meu estado
Meu pai era cipiante trabalhador e honrado
Por esse mundão de Deus eu dei murro no pesado
Quando minha sorte ajudava os meu plano foi cortado
Triste noticia chegava
Meu destino tranformava
Eu fiquei um revoltado

Meu pai tinha falecido na carta vinha dizendo
As terras que ele deixou minha mãe acabou perdendo
Para um grande fazendeiro que abusava dos pequeno
Meu sangue ferveu na veia quando eu fiquei sabendo
Invadiu as terra minha
Tocaram minha mãezinha
Pra roubar nossos terreno


Eu voltei pra minha terra foi com dor no coração
Procurando meu direito eu entrei num tabelião
Quase que também caia nas unha dos gavião
Porque o dono do cartório protegia os embrulhão
Me falou que o fazendeiro
Tinha rios de dinheiro
Pra gastar nesta questão

Respondi no pé da letra não tenho nenhum tostão
Meu dinheiro é dois revolver e bala no cinturão
Se aqui não tiver justiça para minha proteção
Vou mandar os trapaceiro pra sete palmo de chão
Embora saia uma guerra
Vou matar ladrão de terra
Dentro da minha razão

Negar terra pros caboclo ai ai
É negar pão pros nossos filhos ai ai
Tirar a terra dos caboclo ai ai
É tirar o Brasil dos trilho ai ai

Nós tava de onze a onze na parada nesse dia
Os pobre é carta baixa e os rico são as manilha
Foi uma chuva de bala só capanga que corria
Foi pela primeira vez que o dinheiro não valia
O barulho acabou cedo
Entregaram foi de medo
Terras que me pertencia

Na cerca de minha terra ai ai
Quem mexer ninguém imagina ai ai
Os arame são de bala ai ai
E os murão de carabina ai ai

Amanhecerá (Letra e Vídeo)


(Música inspirada na luta pela anistia, ampla, geral e irrestrita no período da ditadura militar em nosso país)

Livre será amanhã
Vira sentar-se à mesa e vai
Comer do nosso pão
E vai
Beber da água corrente
Das mortalhas nossa mesa se fará
Nas fogueiras nosso pão se assará
Dos grilhões pó ferrugem restará
Prá forjar aço novo prá cortar


 Se abrirão
Amplas, fortes e irrestritas
Sobre nós
As grandes asas da conquista
Amanhecerá,
Amanhã será, livre
Aço novo pronto prá cortar
E prá cobrar
Livre será amanhã

Cuba sim! Em nome da verdade (Letra e Vídeo)

Compositores: Júlio Maestri e Vinícius da Imperatriz

Uma forte emoção,
No meu coração…
Liberdade!
Eu sou União
A voz de um povo pela igualdade

Sonhos… de um poeta ecoam no ar
Cuba… o desejo de se libertar
Conquistou a independência
Do Tio Sam sofreu influência
Momentos de luta estão na memória
Fidel e Che fizeram história
Me levam na busca por um ideal
Que vai embalar, nosso carnaval!


Guerreiros unidos na Revolução
Pelo bem de uma Nação
Um preço a pagar, não vou negar
Mas a Comunidade em primeiro lugar

Os sonhos se tornam verdade
Trazendo pra muitos a felicidade
Com saúde, educação
A base pra um cidadão
Esporte, cultura, na arte… mistura
Riqueza, o Mundo se encantou
No Cabaré Tropicana,
Carmem Miranda deu um show!
Ilha de pura Magia
Vem sambar…
Verde, Branco e Ouro
Na Avenida vai brilhar
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