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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Guerra nas ruas de Tel Aviv se Irã for atacada.

O chefe da Segurança Nacional do Parlamento Iraniano, e a Comissão de Política Exterior, disse na terça-feira que Irã poderia iniciar uma “guerra nas ruas” de Tel Aviv se seu programa nuclear for atacado.

“Israel não é suficientemente grande para lançar um ataque militar contra Irã, porém se tomar uma decisão insensata, os militares iranianos lutarão contra os soldados sionistas nas ruas de Tel Aviv e os obrigarão a abandonar a terra palestina”, disse Seued Mossein Naqavi.

Naqavi também advertiu que se o programa nuclear de Teerã for atacado o campo de batalha não será no Irã, mas “a totalidade da Europa e os EUA”.

“As forças iranianas lutarão com os inimigos com poder máximo e com todo o poder em todo o território europeu e dos EUA, se Irã for atacada”, reiterou.

Naqavi também respondeu aos informes de que Grã-Bretanha poderia atacar as instalações nucleares de Irã, dizendo que: “uma vista na história revela que o regime do Reino Unido tem utilizado a ameaça, a intimidação, o terror e o colonialismo durante os últimos 500 Anos”.

“Agora, um país com uma longa história de crimes e ações colonialistas deve saber muito bem que a República Islâmica conta hoje com uma alta capacidade militar”, acrescentou.

Os comentários de Naqavi têm-se convertido em uma parte do mantra de Teerã de ameaçar os ataques enquanto as críticas internacionais por suas aspirações nucleares seguem aumentando.

Uma acusação recente dos Estados Unidos de que dois membros das forças iranianas estiveram por traz do complô para assassinar ao embaixador da Arábia Saudita em Washington tem servido para impulsionar os esforços para isolar a República Islâmica.

Ademais, a Agência Internacional de Energia Atômica tem publicado um informe afirmando que Irã está a ponto de ser capaz de construir uma bomba atômica, e ademais, citou informes das inteligências ocidentais e israelenses de que Teerã busca ativamente a tecnologia de armas nucleares.

A retórica belicista de Teerã tem alcançado um novo auge, não obstante, em meios a relatos de que Grã-Bretanha como Israel estava considerando ataques independentes contra as instalações nucleares do Irã.

“Irã não só na luta contra Israel”, insistiu Naqavi, “Israel será destruída pelos aliados da República Islâmica se trata de nos atacar”.

No entanto, a pesar da ameaça do Irã de uma “guerra de ruas” em Tel Aviv, a capacidade de Teerã de atacar a Israel diretamente é limitada. Enquanto a República Islâmica tem um pequeno número de mísseis de longo alcance capaz de chegar a Israel, sua força aérea e o exército teriam que mover-se através de outros países, nos quais estão funcionando as grandes forças do EUA e Ocidentais.

Ademais, as tensões entre os xiitas persas do Irã e a maioria sunita do mundo árabe – especialmente da Arábia Saudita e seus aliados do Golfo – têm limitado a latitude estratégico de Teerã. Os analistas dizem que Irã teria de atacar a Israel à distância mediante intermediários, confiando em Síria, Hezbola e vários grupos como Hamas que estão em guerra com Israel.

Os observadores analisam, contudo, que Irã não pode ser capaz de confiar em seus aliados regionais para tomar medidas significativas em seu nome.

O presidente sírio Bashar al-Assad está ocupado com sete meses de distúrbios e uma crescente resistência armada contra seu regime, enquanto que Hezbolá tem se encontrado sob um fogo cada vez maior por parte da maioria da população do Líbano para manter suas armas e as suas milícias em nome da “resistência” – que tem embarcado a Beirut em custosas guerras com Israel.

Mesmo os grupos terroristas em Israel - que Irã tem tratado de converter em seus representantes financiando suas operações - podem resultar pouco confiável. Hamas, um beneficiário principal do Irã, tem tratado sempre de evitar uma incursão israelense em seu bastião de Gaza - que segundo os analistas, seria o resultado provável de uma ação significativa em favor de Teerã.

Fonte:

http://www.laproximaguerra.com/2011/11/guerra-callejera-en-tel-aviv-si-iran-es.html

Tradução:

Luis Carlos (Redação do blog o povo na luta faz historia)



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