Estamos habituados a assistir filmes cujos enredos apresentam sequências de acontecimentos e ações policiais, inclusive, de integrantes de promotorias, em que procuram apagar as provas de um crime ou quando de um assassinato plantar na cena evidências, objetivando incriminar outrem. Por mais sui generis que tenha sido a inteligencia utilitária do diretor Marcelo Antunez, de levou para a ficção a Operação Lava Jato, em A Lei é para Todos, aonde narra fatos completamente apáticos em comparação com a realidade, sem falar da criatividade, que não passa de invenções dissociadas do real, depois, jogada ao público como narrativa "verdadeira", a produção não passa de caricatura infantil. Por isso, é urgente outras produções, que com toda certeza, serão mais condizentes com os acontecimentos atuais.
Neste sentido, os diretores honestos com a cultura já têm muitos materiais, tendo em vista as informações jornalísticas de Intecept Brasil, que mostram o modus operandi do coluio, visto por muito como ações jurídicas que passam bem longo do sistema judicial brasileiro, por parte de procuradores e um ex-juiz federal. Por intermédio delas ficamos conhecendo como se fabricaram provas inverídicas, tendo nas mãos instrumentos como as prisões preventivas e delações premiadas, passando por cima de garantias constitucionais referentes aos direitos "humanos", tudo para levar à prisão um ex-presidente que não lhes agradavam, porque, também não agradava a classe dominante, da qual fazem parte. Todos estes meandros mostram que, não basta a tal classe ter nas leis o direito já adquirido, digamos, de propriedade privada, mas, quando necessário, usa os burocratas do Estado para em seu nome agirem como serviçais.
Depois de ter pavimentado o caminho do fascismo, que se alimenta do ódio contra o povo e suas forças políticas do campo democrático e progressista, despudoradamente, chegando a incomum afirmação de não gostar de pobres ou negando sua existência, um dos cruzados do falso moralismo chega a fazer parte do governo que ajudou a eleger, Sergio Moro, Ministro da Justiça. No cargo, seu DNA comportamental não deixa a conduta criminosa, ora criando história de hacker para justificar o injustificável ora fazendo com que a Policia Federal, igualmente, promova a falsificação de provas para servir como escudo dos crimes cometidos através do Estado e contra sua forma democrática e de direito.
"Nunca trocamos mensagens, só puxamos. Se fizéssemos isso ia ficar muito na cara. Nós não somos ‘hackers newbies’ [amadores], a notícia não condiz com nosso modo de operar, nós acessamos telegrama com a finalidade de extrair conversas e fazer justiça, trazendo a verdade para o povo".
Por ai vemos a que ponto chegou a Polícia Federal! Em outras palavras, toda propaganda mediática feita pelos meios de comunicação a opinião pública no tocante ao fato das mensagens terem sido adquiridas por meios ilegais, argumentam, é no mínimo duvidoso, no máximo falsa informação passada a opinião pública para encobrir as ações golpistas ainda em curso, tentando passar como verídicas coisas que são genuínas falsidades, na ânsia de jogar para debaixo do tapete as falcatruas que deram origem a ordem atual, uma ditadura legalizada pelos demais poderes da República, o Judiciário e Legislativo.
Outro fato que vem nesta mesma direção é o depoimento de um suposto hacker. Segundo Vinícius Segalla, no Blog DCM, a Rede Globo como sempre, foi quem primeiro conseguiu o depoimento de "Walter Delgatti Neto, suspeito de hackear contas de celular de altas autoridades da República", dentre elas, a do ex-presidente Lula. Se passa que "A versão do suspeito esbarra em um fato. “Lula nunca teve um smartphone”.
Ao se alimentarem por intermédios de mentiras, tanto Sérgio Moro quanto a mídia que o defende, vão sempre continuar em um labirinto em que todas as passagens ou divisões levam a um mesmo ponto de partida: as mentiras.
FONTES:
HACKER MENTIU SOBRE INVADIR CELULAR DE LULA. ELE NUNCA TEVE SMARTPHONE
FONTE DE GLENN GREENWALD NEGA TER HACKEADO CELULAR DE MORO




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